quarta-feira, 27 de junho de 2012

Abuso Sexual





Impossível não repercutir a notícia. Xuxa revelou no Fantástico, no domingo 20 de maio, que sofreu abuso sexual até os 13 anos de idade, por várias pessoas, em diferentes situações.
Foi? Não foi? Golpe de marketing? Por  que  só   agor a ?  Essas  e tantas outras perguntas pipocaram em seguida, lógico por ser ela uma celebridade midiática, que reflete o anseio de uma grande parcela de brasileiras em termos de beleza, prestígio, dinheiro e poder.
Xuxa é um espelho para gerações. Quando estava grávida, exibiu sua barriga, exposta em rede nacional, e logo se via pelas ruas mulheres exibindo sua gravidez, raramente com barrigas tão bonitas quanto a dela. Sua “produção independente” e dedicação à filha foram também copiadas por   celebridades   e   anônimas que discursavam sobre a supremacia dos filhos em detrimento do relacionamento conjugal e até fora dele. Enfim, nuances de compor    tamento  que  refletem esta geração, mas também que  direcionam, muitas vezes, o comportamento de parcela da sociedade. Então essa mulher célebre vem a público falar sobre seu trauma. Pondera que talvez seja por causa do abuso sofrido que não consegue viver relacionamentos duradouros.
A pergunta que logo surge é: como foi este abuso? Como uma mulher, especialmente uma criança, pode diagnosticar um abuso? Uma criança brinca com alguém de confiança e de repente sente-se desconfortável pelo tipo pelo tipo toque. É abuso? Não é? Foi sem querer? Não foi? Muitas vezes não há dúvida: foi abuso mesmo. E aí as perguntas passam a ser: Tive culpa? Não tive? Foi algo que fiz? É por causa do meu jeito? Por que me sinto tão envergonhada? Perguntas como as que Xuxa se fez e que se fazem todas as mulheres que vivem situações semelhantes.
Para a mulher adulta, também é complicado diagnosticar o abuso. Você vai fazer um exame clínico e a roupa que te oferecem, ou não, não corresponde com a necessidade daquele exame, ou ainda você acha que dura mais do que deveria. Um médico vai examinar uma mulher ou fazer um procedimento clínico e demora ou a deixa em posição desconfortável, ou sem roupas, sem que ela veja nisso uma necessidade. É abuso? Não é? Foi necessário? Não foi? Foi alguma coisa que ela fez? Ou disse? E quando há o abuso mesmo, invasivo, como no caso das mulheres atendidas pelo ex-médico Roger Abdelmassih, um dos mais renomados especialistas em reprodução assistida do Brasil, que dopava e abusava das mulheres? Vergonha, incredulidade, pesadelo são alguns dos sentimentos expressados pelas mulheres.
O abuso sexual de crianças e das mulheres de maneira geral é um flagelo social no Brasil e no mundo. Acontece na intimidade das famílias, nos transportes públicos, em ambientes de trabalho e até em igrejas. Fatores culturais, especialmente, são responsáveis pela visão da criança, filha mulher, como propriedade, ou ainda das meninas da família, ou das mulheres de modo geral como objetos que podem ser usados e abusados sem nenhum tipo de respeito.
Como a igreja, e especialmente mulheres em ministério, pastoras, podem ajudar essas mulheres que sofreram abuso? Primeiro, motivar essa s  mulheres  por  meio  de mensagens ,   e s t u d o s   e   um ambiente de aceitação a buscarem ajuda. Segundo, criar ferramentas para aconselhamento pastoral, oração, cura, libertação e terapia, no objetivo de propiciar uma ajuda interdisciplinar. Mulheres na igreja têm que ter um diferencial no cuidado e encontrar em Jesus, e sob a sua bênção, toda a cura necessária para a sua alma. Em um ambiente cristão muitas vezes tão severo com tudo que diz respeito à feminilidade, é preciso “feminilizar” nossa pastoral e trazer a misericórdia, o amparo e a compreensão com que Deus sempre tratou as mulheres em sua Palavra.


 Fonte : O Jornal Batista , autor:Zenilda Reggiani Cintra Pastora e jornalista,Taguatinga, DF


E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram.

João 20:13-14 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A grandeza de servir



Servir tem sido um verbo difícil de ser conjugado. Todos apreciam ser servidos. 

Vê-se como as crianças apreciam que todos estejam a seu serviço. Gostam de pedir as coisas e que essas lhes sejam dadas de forma rápida.
 

O Mestre Jesus, contudo, lecionou diferente. Quem quiser ser o maior, seja este o servo de todos.
 

Na última ceia que fez com os discípulos, lavou os pés de todos, ante a surpresa deles.
 

Aquela era uma noite de despedidas e Jesus lhes deixou as mais belas lições de serviço ao próximo. Como se já não bastasse ter exemplificado durante seus quase três anos de vida pública.
 

No lago de Genesaré, nas estradas da Galiléia, em casa de Pedro, na Sinagoga, no Templo, ele serviu a Seus irmãos.
 

Se observarmos bem, perceberemos que toda a natureza serve ao homem. Serve a chuva, serve o vento, serve a nuvem.
 

A semente enclausurada na terra, rebenta, brota e se transforma em árvore frondosa, servindo ao homem, dando-lhe sombra, abrigo, flores e frutos.
 

Os animais se esmeram por servir. Dão ao homem alimento, produzindo leite, ovos, carne. Envolvem-no nas noites de inverno, com suas peles e lãs.
 

Conduzem-no por ruas, praças e avenidas com segurança, quando o homem se apresenta desprovido de visão.
 

Aprendamos com a natureza. Aprendamos com Jesus.
 

Onde houver uma árvore para plantar, sejamos voluntários. Onde houver um erro a ser corrigido, coloquemo-nos à disposição para corrigir.
 

Onde houver uma tarefa que ninguém deseje, aceitemos e a desempenhemos com alegria.
 

Se houver uma pedra no caminho, não esperemos por outros. Retiremo-la nós mesmos.
 

Mas também nos disponhamos a retirar as pedras das dificuldades e o ódio dos corações.
 

Tenhamos em mente que não devemos fazer somente as coisas fáceis. É maravilhoso poder executar o que os outros se recusam a fazer.
 

Existem pequenas tarefas que são bons serviços:
 

enfeitar uma mesa para a refeição;
 

arrumar livros sobre a estante;
 

colher flores e dispô-las no vaso;
 

pentear uma criança;
 

acomodar um idoso em seu leito.
 

O mundo é verdadeiramente belo porque há muito por fazer. Imaginemos como ele seria triste se tudo estivesse feito.
 

Se não houvesse uma roseira para plantar;
 

uma iniciativa para tomar;
 

uma cerca para pintar;
 

uma casa para embelezar;
 

uma criança para educar;
 

um idoso para acarinhar;
 

um amor para amar.
 

* * *
 

Servir é um verbo que se conjuga na comunidade. O primeiro tempo se inicia no ninho doméstico, entre as quatro paredes do lar. É o tempo presente.
 

Desde cedo, a criança aprende a servir, executando pequenas tarefas, sentindo-se responsável e útil.
 

O aprendizado prossegue com os vizinhos, os colegas, os amigos. É a conjugação do futuro.
 

Um animal a alimentar, um jardim para regar, uma árvore para podar.
 

Servindo sempre, estaremos dando o exemplo àqueles que nos são próximos.


Fonte: O prazer de servir, de Gabriela Mistral.


 





" Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça;"  2 Coríntios 9:10

domingo, 27 de maio de 2012

Curada e Perseguida






Rekha Khatoon, uma jovem de 22 anos, foi expulsa de casa por testemunhar ter sido curada por Jesus, em um vilarejo predominantemente muçulmano no estado de Bengala Ocidental, na Índia. Seus pais ajudaram os extremistas a surrá-la, até quase perder a consciência
O ataque a Rekha Khatoon, ocorreu em Nutangram, Murshidabad, onde muçulmanos extremistas ameaçaram matar 25 famílias que inicialmente demonstraram interesse por Cristo, das quais somente cinco, assustadas, permaneceram.
“Eu disse com ousadia àqueles que me surraram que posso deixar meus pais, mas não deixarei Jesus, disse Rekha. Jesus me curou e não posso esquecê-lo”.
Rekha estava voltando de um culto da Igreja dos Crentes, no Salão de Al Hamdulilah, quando seus pais e os extremistas a atacaram, disse ela. Eles a chamaram de pagã, entre outras ofensas. A multidão também insultou a cristã que encorajou Rekha a confiar em Jesus como Senhor, Aimazan Bibi, disse Bashir Pal, pastor e fundador da Igreja dos Crentes.
"Na mesma noite, o pai de Rekha, Nistar Shaike, e cerca de 20 radicais muçulmanos cercaram a casa de Aimazan, gritaram slogans anticristãos, ameaçaram fazer mal a ela e a sua família e a acusaram falsamente de ‘persuadir’ Rekha a se converter ao cristianismo", contou o Pastor Bashir à Compass Direct News.
Após se ver só em uma estrada, depois da surra, Rekha se refugiou no lar de Aimazan Bibi. Rekha conheceu Amaizan Bibi no ano passado e lhe contou sobre sua doença no aparelho reprodutor que a fazia sangrar muito e a mulher idosa compartilhou com ela do Evangelho de Cristo e de Seu poder curador, disse o Pastor Bashir.
“Após Rekha saber de sua doença, ela conheceu um dos membros de nossa igreja, Aimazan Bibi, e compartilhou de seu problema físico com ela, contando-lhe que sua doença estava ficando pior, por ela não poder comprar mais remédios”, disse ele.
Aimazan também convidou Rekha para frequentar a igreja. Em 23 de outubro, Rekha veio ao local de culto, onde mulheres cristãs lhe impuseram as mãos, disse ele. O pastor e a congregação pediram a Deus, em o nome de Jesus pela cura de Rekha.
“Ela recebeu a cura de Cristo e, desde então, passou a frequentar os cultos sempre que podia”, disse o Pastor Bashir. “Em 17 de janeiro, Rekha compareceu a uma reunião da igreja doméstica em seu vilarejo e, mais uma vez, testemunhou que Jesus a curara, e que ela não havia tomado nenhum remédio desde 23 de dezembro”.
Ele disse que os extremistas muçulmanos alertaram Rekha para não ter contato com os cristãos. Ao saber que ela estava frequentando cultos cristãos, seus pais a avisaram para não se relacionar com cristãos e não participar de suas reuniões, disse Aimazan Bibi.
“Entretanto, ela lhes disse que não podia esquecer Jesus, nem Seu amor por ela”, disse.
A esposa do Pastor Bashir, Anasea Pal, enfermeira, acrescentou que, em outra reunião da igreja doméstica, Rekha trouxe sua irmã e testemunhou sobre a cura que recebera. Rekha, desde então, se mudou para outro local, onde vive confinada a maior parte do tempo, para sua proteção.
Rekha e sua mãe já tinham frequentado cultos na igreja anteriormente. Isto foi em 2009 até que muçulmanos da região, furiosos em ouvir que várias mulheres estavam frequentando os cultos, avisaram-nas para cessar todos os contatos com cristãos ou sofreriam as consequências. A mesquita da região, então, ofereceu à mãe de Rekha um emprego de levar comida para o líder islâmico local para assegurar-se de que ela não teria mais contatos com cristãos. Ela também impediu que Rekha frequentasse as reuniões cristãs.
As tensões predominam na região, com radicais muçulmanos furiosos ameaçando causar danos às cinco famílias cristãs sob qualquer pretexto. Além de assediar Aimazan Bibi, os extremistas arruinaram o negócio de seu filho, Sirajul Shaike, jogando fora todos os seus vegetais e perseguindo-o fora do mercado do vilarejo.
“Está muito difícil para eles agora, uma vez que vender vegetais é a principal fonte de renda da família”, disse o Pastor Bashir.
Os cristãos de Nutangram têm suportado todo o tipo de tortura física e boicote social nas mãos dos extremistas, disse o Pastor, acrescentando que eles não permitem mais, a entrada de cristãos no vilarejo.

Fonte : Missão Portas Abertas




E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.2 Timóteo 3:12

sábado, 12 de maio de 2012

Feliz dia das mães !






Carta de uma Mãe ao seu filho...

meu filho querido, quero que me ouça o que eu tenho a lhe dizer, pois exitem coisas que você precisa saber e tenho medo de não haver tempo para lhes dizer mais tarde.
Quero que você saiba que sempre esforcei-me muito para lhe possibilitar o melhor, e se caso eu tenha falhado em algum sentido, peço-te hoje nessa carta que me perdoes.
Não é muito fácil ser mãe, sempre quis o melhor para você meu filho, que não sofresse, que não chorasse, não sentise medo, não sentise frio nem fome, e nesta tentativa incessante de poupá-lo de tudo no mundo, acabei por torná-lo um tanto frágil e hoje sofro muito quando os outros estranhos te machucam e te magoam.
Mas existe outras coisas que quero que saibas,
Que você é muito especial para mim e que te amo muito meu filho e que todos os dias rezo para que tenhas sempre saúde e forças para encontrar a tua felicidade seja ela qual for e onde quer que seja.
Eu te peço que nunca permita que as outras pessoas te diminuam, lembre-se sempre de nossa coragem, nossa luta, nossa união, do nosso amor e siga sempre o que disser o teu coração e só assim estará
sempre no caminho do bem.
Meu filho amado sejas sempre do bem e lembres-se que Jesus Cristo podia tudo, contra tudo e contra todos e mesmo assim não importou-se em parecer humilde e submisso diante da pequenez dos humanos que o crucificaram, pois só alguém verdadeiramente soberano consegue perdoar a prepotência e o egoísmo dos outros e assim ele perdoou e fez para que todos compreendessem a sua generosidade a sua misericórdia e a grandiosidade de seu amor por todos nós.
Meu filho tão amado nunca se esqueça que mamãe te ama muito
Que Deus te ilumine e te proteja onde quer que você vá...
***
Poeta:Aaron kamo

domingo, 6 de maio de 2012

Aborto



O que a Bíblia ensina acerca do aborto?

No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, também, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta.
A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19, por exemplo, brephos refere-se às crianças mortas por ordem de Faraó. Mas em Lucas 1.41,44 a mesma palavra é empregada referindo-se a João Batista, enquanto ainda não havia nascido, estando no ventre de sua mãe.
Aos olhos de Deus ele era indistinguível com relação a outras crianças. O escritor bíblico também nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno, indicando, com isso, o inconfundível ser (Lucas 1.15). Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).
Com base nisso, encontramos a palavra grega huios significando "filho", utilizada em Lucas 1.36, descrevendo a existência de João Batista no ventre materno, antes de seu nascimento (seis meses antes, para ser preciso).
A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho" ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.
Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou em delinear estágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.
E ainda, o próprio Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).
Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa. Jó 31.15 diz: "Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?"
Em Jó 10.8,11 lemos: "As tuas mãos me plasmaram e me aperfeiçoaram... De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste".
O Salmo 78.5-6 revela o cuidado de Deus com os "filhos que ainda hão de nascer".
O Salmo 139.13-16 afirma: "Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe".
Esses textos bíblicos revelam os pronomes pessoais que são utilizados para descrever o relacionamento entre Deus e os que estão no ventre materno.
Esses versículos e outros (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra conclusão possível. Precisamos concordar com o teólogo John Frame: "Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção".[1]
À luz do acima exposto, precisamos concluir que esses textos das Escrituras demonstram que a vida humana pertence a Deus, e não a nós, e que, por isso, proíbem o aborto. A Bíblia ensina que, em última análise, as pessoas pertencem a Deus porque todos os homens foram criados por Ele.
E se você já fez um aborto?
Você já fez um aborto? Onde quer que se encontre, queremos que você saiba que o perdão genuíno e a paz interior são possíveis, e que uma verdadeira libertação do passado pode ser experimentada.
Deus é um Deus perdoador:
"Porém tu [és]... Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em bondade" (Neemias 9.17b).
"Pois tu, SENHOR, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam" (Salmo 86.5).
Aliás, Deus não apenas perdoa, Ele, de fato, "esquece":
"Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro" (Isaías 43.25).
Você poderá encontrar perdão agora mesmo simplesmente colocando sua confiança em Jesus Cristo. Você pode confiar nEle, virando as costas para os caminhos que você tem seguido, reconhecendo e confessando seus pecados a Ele, e voltando-se para Cristo com a confiança de que através do Seu poder, Ele haverá de lhe conceder perdão e uma nova vida. Se você deseja ter seus pecados perdoados, se deseja estar livre da culpa, se quer ter nova vida em Cristo, se quer conhecer a Deus, e se você sabe que é amada por Ele, sugerimos a seguinte oração:
Querido Deus, eu confesso o meu pecado. Meu aborto foi coisa errada e eu agora venho à Tua presença em busca de perdão e de purificação. Peço que não apenas me perdoes esse pecado, mas que me perdoes todos os pecados de minha vida. Eu aceito que Jesus Cristo é Deus, que Ele morreu na cruz para pagar a penalidade pelos meus pecados, que ressuscitou ao terceiro dia, e que está vivo hoje. Eu O recebo agora como meu Senhor e Salvador. Eu agora aceito o perdão que Tu providenciaste gratuitamente na cruz e que me prometeste na Bíblia. Torna o teu perdão real para mim. Eu peço isso em nome de Jesus. Amém.







domingo, 22 de abril de 2012

Ser simples





"...Portanto, sejam prudentes como as serpentes e simples como as pombas." Mt.10:16




Felizmente existe a ideia da simplicidade, e esta é, digamos, simples desde sua origem. A palavra é formada por duas outras de origem latina: sin, que significa único, um só, e plex, que quer dizer dobra. Ser simples significa ter uma só dobra, ao contrário do complexo, que tem várias. Simples! 
Simplificar significa evitar a complexidade e criar uma vida sem mistérios? Há uma diferença fundamental entre ser simples e ser simplório. Os simples resolvem a complexidade, os simplórios a evitam. Eu conheço pessoas sofisticadas, intelectualizadas, que levam uma vida plena, realizam trabalhos difíceis, apreciam leituras profundas e têm hábitos peculiares. E continuam sendo pessoas descomplicadas. Conheço também pessoas simplórias, com pouca profundidade, que realizam trabalhos repetitivos, que têm poucas ambições, que apreciam rotinas e evitam os sustos de uma vida aventurosa. E mesmo assim são pessoas complicadas, para elas tudo é muito difícil, em geral impossível.

Não há um paradoxo em construir uma vida simples em meio à vida moderna, cada vez mais exigente? Hiroshi criou a Ecovila Clareando, uma comunidade autossustentável no interior de São Paulo que atrai gente comprometida com a natureza e com seus valores, como a sustentabilidade, sem a ingenuidade das "sociedades alternativas" de antigamente, mas tendo a simplicidade como filosofia. Ele planta e produz praticamente tudo o que precisa para se alimentar, domina as técnicas de construção ecológica e de produção de energia limpa. Mas não é um isolado, viaja, participa de congressos, dá palestras, toca violão, compõe músicas. E é alegre em tempo integral.

Goldberg é professor da New York University, onde faz pesquisas sobre o cérebro humano, e consegue falar sobre seu funcionamento de maneira compreensível. Escreveu alguns livros, entre eles O Paradoxo da Sabedoria, em que afirma que, apesar do envelhecimento do cérebro, a mente pode manter-se jovem. Seus textos são o melhor exemplo de como se pode simplificar o complexo, pois são sobre neurofisiologia, mas qualquer um entende.

Eu não poderia imaginar vidas mais diferentes e, ao mesmo tempo, mais parecidas. Ambos carregam uma leveza própria das pessoas que decidiram não complicar, sem abrir mão de seus desejos, projetos, pequenos luxos, enfim, da vida normal. Pessoas assim, que fazem a opção da simplicidade, têm alguns traços comuns. Identifico cinco deles:

1. São desapegadas: não acumulam coisas, fazem uso racional de suas posses, doam o que não vão usar mais.

2. São assertivas: vão direto ao ponto com naturalidade, mesmo que seja para dizer não, sem medo de decepcionar, não "enrolam" nem sofisticam o vocabulário desnecessariamente.

3. Enxergam beleza em tudo: em uma flor no campo e em um quadro de Renoir; em uma modinha de viola e em uma sinfonia de Mahler; em um pastel de feira e na alta gastronomia.

4. Têm bom humor: são capazes de rir de si mesmas e, mesmo diante das dificuldades, fazem comentários engraçados, reduzindo os problemas à dimensão do trivial.

5. São honestas: consideram a verdade acima de tudo, pois ela é sempre simples e, ainda que possa ser dura, é a maneira mais segura de se relacionar com o mundo.

Ser simples, definitivamente, não é abrir mão de nada. É possível apreciar o conforto, a sofisticação intelectual, as artes, o prazer da culinária, a aventura das viagens e continuar sendo simples.

Pois ser simples não é contentar-se apenas com o mínimo para manter-se fisicamente vivo, uma vez que não somos só corpo, também somos imaginação, intelecto, sensibilidade e alma. E esta última é, sim, simples, mas não é pequena, a não ser, é claro, que a pessoa queira.

Autor: Eugenio Mussak - Edição: MdeMulher


sábado, 7 de abril de 2012

Ele floresceu ao terceiro dia



"E será que a vara do homem que eu tiver escolhido florescerá; assim farei cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim, com que murmuram contra vós.
Falou, pois, Moisés aos filhos de Israel; e todos os seus príncipes deram-lhe cada um uma vara, para cada príncipe uma vara, segundo as casas de seus pais, doze varas; e a vara de Arão estava entre as deles.
E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR na tenda do testemunho.
Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas." 
Números 17:5-8









"E ele lhes disse: Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações?
Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés.
E, não o crendo eles ainda por causa da alegria, e estando maravilhados, disse-lhes: Tendes aqui alguma coisa que comer?
Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel;
O que ele tomou, e comeu diante deles.
E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos." 
Lucas 24:38-44













Você já escutou que é muita pretensão achar que só Jesus é o enviado de Deus para manifestar ao mundo o verdadeiro caminho para a salvação. Este tipo de dilema não é novidade na história da fé. Quando o povo de Israel saiu do Egito e peregrinou para a terra prometida foi liderado por Moisés e Arão era o sacerdote estabelecido por Deus para ministrar pelo povo. Surgiu então entre a congregação através de um homem chamado Corá o seguinte argumento: "Basta-vos, pois que toda a congregação é santa, todos são santos, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do SENHOR?"Nm. 16:3

Quantas vezes tem surgido argumentos parecidos em relação aos ensinamentos de Jesus e a sua verdade, eles semelhantes ao de Corá fazem as seguintes perguntas: quem disse que Deus não enviou outros espírito evoluídos como Jesus para nos revelar a verdade, quem disse que Buda, Maomé, Dalai Lama, Alan Kardec e outros não foram enviados por Deus para ensinar o caminho da verdade?

O povo de Israel começou a ver na argumentação de Corá uma certa lógica e foram procurar Moisés para apresentar o argumento e solicitar o direito de escolher e ser escolhido como representante da verdade e de Deus.

Assim também acontece em nosso dias muitos reivindicam o direito de ser representantes da verdade e de Deus, estas "verdades" e estes "representantes" aparecem de tempos em tempos na história da humanidade.

Diante de tal fato Deus demostra ao povo que só existia um escolhido por Ele para ser sacerdote, de uma forma soberana e milagrosa que não poderia ocorrer sem a interferência do Criador da Vida, o Senhor Deus de Israel pede que cada uma das doze tribos apresentasse doze varas de amendoeiras representando seus príncipes, estas vara iriam ficar perante o Testemunho na tenda do Senhor e a vara do escolhido pelo Senhor floresceria.

Pense uma vara de amendoeira cortada do tronco, a lógica diz que ela morreria , primeiro murcharia perdendo o vigor e depois secaria mas a sabedoria e conclusões do homem não são as do Deus Eterno. Para o espanto de todos, no dia seguinte após Moisés ter deixado as varas na Tenda diante do Testemunho, havia uma vara que florescera, brotará renovo e frutificara ela pertencia ao príncipe da tribo de Levi seu nome era Arão, esta era a prova para o povo que de fato Deus o escolherá para apresentar expiação pelo pecado do povo de Israel .

Aleluias, Jesus foi arrancado dos homens lançado como um vara na terra mas Ele tinha por testemunho o Pai e diante de todos ao terceiro dia Ele floresceu, como renovo frutificou a vida em nosso corações. Jesus levou sobre si como Eterno sumo sacerdote o pecado de toda humanidade , foi a própria expiação das nossas iniquidades.

Ele é o escolhido de Deus pois foi o único que floresceu , ressuscitou e esteve com os seus discípulos consolando sus corações através das marcas em seu corpo pode cumprir as suas promessas gerando uma ousadia e fé inabalável, frutificando o amor em seus corações e nos nosso também.











"Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno."
Hebreus 4:14-16