terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Mais um Natal de Alegria !


"Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade." Sl. 115:1


Tenho certeza que para todos os que mais uma vez participaram da visita ao Hospital Maternidade de São João de Merití no último dia dezoito deste mês foi uma tarde de alegria e amor.
Quero agradecer ao Eterno Deus e Pai do Nosso Senhor Jesus a  honra de honrar-Lo ; agradecer ao Hospital que nos abriu mais uma vez as portas para realizarmos este trabalho; agradecer a  enfermeira Giania que sempre esta presente com sua bondade e paciência abrindo mão da sua folga no domingo para nos receber e nos ajudar registrando todos os momentos em fotos; agradecemos também a todos que acreditaram  e cooperaram com os recursos necessários para realização deste sonho.


Para todos amigos e irmãos e para todas as Pérolas declaramos:


"O SENHOR retribua o teu feito; e te seja concedido pleno galardão da parte do SENHOR Deus de Israel, sob cujas asas te vieste abrigar." Rute 2:12



 






 




 




quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

BOAS NOVAS DE GRANDE ALEGRIA



Uma pobre menina que vivia pela rua adoeceu na ocasião do Natal e foi internada num hospital. Ali aprendeu a história de Jesus, como Ele veio ao mundo para salvar-nos. "Cabinho de Vassoura" era o apelido que os companheiros de rua tinham
 dado à menina. Um dia ela falou baixinho com a enfermeira: "Gosto daqui; estou passando muito bem aqui ; com certeza terei de sair do hospital quando ficar boa. Mas vou levar comigo ao menos alguma coisa dos bons tempos passados aqui. A senhora soube que Jesus nasceu?"
"Sim, soube", respondeu a moça. "Fique quietinha agora, não deve falar".
"Sabia? Pensei pelo seu olhar que a senhora não soubesse de Jesus, e ia contar-lhe alguma coisa dEle".
"Pensava por causa do meu olhar...?", perguntou a enfermeira, esquecendo-se da ordem de silêncio.
"Oh, parece estar, como quase todo o mundo, descontente. Parece-me que nunca ouviu de Jesus. Não se deve ficar triste quando se sabe que Jesus já veio ao mundo para nos salvar."


Fonte: jesusvoltara.com.br


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Elas são culpadas!



" Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, entoa um cântico; levanta-te..."  Juízes 5:12


Algo de extraordinário vem acontecendo no Brasil desde meados de 1995. Jovens de toda a nação têm experimentado um avivamento pessoal. É algo sobrenatural! São centenas (por que não arriscar milhares?) de testemunhos de moços que de repente começaram a experimentar uma transformação em sua vida. Muitos se converteram, sendo libertos de vícios e do tédio de viverem outrora entregues a si mesmos e ao diabo. Outros, já convertidos, alcançaram um despertamento para o compromisso de consagrarem sua vida para a obra missionária, para o ministério da Palavra, para a evangelização. Mas o que pode explicar tais acontecimentos maravilhosos? Elas são as “culpadas”: as “Déboras”. E quem são elas?
Déboras são mães intercessoras, biológicas, adotivas ou espirituais de qualquer denominação, comprometidas em orar intensamente ao Deus vivo pelos seus filhos, por 15 minutos diariamente, que devem se inscrever através de uma ficha. Elas fazem parte de um movimento organizado que recebe o título de “Desperta Débora”.
Atualmente existem mais de 90.000 mães cadastradas, em todos os Estados do Brasil. O “Desperta Débora” é liderado por 1.228 coordenadoras locais e regionais, que são mulheres dispostas ao trabalho voluntário de intercessão. Ninguém ora por um filho como uma mãe, então imagine várias mães orando juntas!

Alvos de oração das Déboras:
As “Déboras” têm orado para que Deus opere um despertamento espiritual sem precedentes na história da juventude brasileira e para que seus filhos estejam rendidos aos pés da cruz. Elas têm orado também para que Deus levante uma geração comprometida e que haja um avivamento nas escolas e das universidades, locais onde os jovens passam a maior parte do dia e onde há grande influência de vícios, materialismo e mensagens anticristãs. O “Desperta Débora” já atingiu vários países do mundo.

Como surgiu este movimento?

O “Desperta Débora” nasceu no coração de Deus, que tocou o pastor Jeremias Pereira da Silva, por ocasião do GCOWE 95 (Consulta Global sobre Evangelização Mundial), realizado em maio de 1995 em Seul, Coreia do Sul. Um dos pontos altos daquele encontro foi a consagração dos primeiros 100.000 jovens coreanos de todas as denominações para a obra missionária, realizada no estádio olímpico de Seul. Isto despertou o sonho no coração do pastor Jeremias e do pastor Marcelo Gualberto de ter algo semelhante em nosso país. Houve na consagração dos jovens coreanos uma menção de gratidão para as mães que oraram para a realização desse sonho. Resolveu-se então desafiar as mães brasileiras a orarem intensamente, pois um despertamento missionário sempre é fruto de muita oração. De volta para o Brasil, convidaram Ana Maria de Souza Pereira da Silva, esposa do pastor Jeremias, e juntos assumiram o projeto. No dia 09 de fevereiro de 2000, depois de lutar bravamente por quase dois anos contra um câncer, o Senhor levou Ana Maria para si.
O nome “Desperta Débora” veio da leitura do capítulo cinco do livro de Juízes. O versículo sete afirma que as aldeias estavam desertas “até que eu, Débora, me levantei por mãe em Israel”. E em Juízes 5.12 ela faz como que uma autoministração quando diz com força e autodesafio: “Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, entoa um cântico”.
Hoje o “Desperta Débora” é liderado por uma coordenadora nacional, Maria Luiza Targino, e por cinco coordenadoras regionais: Simone Laurent, Adriana Guimarães, Maria José Soares e Dora Bomilcar. O escritório nacional está situado em João Pessoa, Paraíba, e o escritório regional Sul e São Paulo fica no bairro da Saúde, na capital paulista. Este já conta também com o apoio de psicólogas cristãs especializadas para atender famílias, mães e jovens.
Una-se às “Déboras” neste movimento de oração e faça diferença na vida de sua família. O “Desperta Débora” quer ser bênção na vida de seus vizinhos. Você poderá fazer pequenos grupos em sua rua, cidade, igreja. Qual a mulher que vai se recusar a orar por seu filho?
Mude a sua igreja através da oração. Mude seus jovens, mude seus filhos. Ana Maria de Souza Pereira da Silva, nossa fundadora, sempre dizia: “Não criamos filhos para povoar o inferno, mas para que se rendam aos pés da cruz”.


Fonte: Revista Lar Cristão  http://www.revistalarcristao.com.br/




quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A importância da comunicação




Você já teve um blog? Um espaço virtual (como esse aqui) onde podemos expor aquilo que pensamos e sentimos para todo o mundo.
É uma experiência muito interessante. Principalmente porque podemos atingir pessoas que nem conhecemos. Pessoas que vivem em lugares distantes, em culturas diferentes, mas que passam pelos mesmos desafios e precisam da mesma mensagem.
Além disso, e ainda melhor, é a possibilidade de dialogar com essas pessoas. Ouvir suas opiniões, críticas e sugestões.
Assim como um blogueiro quer ouvir o que os seus seguidores tem a dizer, assim o quer o Senhor.


O sacrifício dos ímpios é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento. 
Provérbios 15:8


E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás. 
Salmos 50:15


Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. 
João 15:14-15

Ele nos convida a compartilhar com Ele tudo aquilo que pensamos e sentimos. Depositar Nele as nossas dúvidas, incertezas, alegrias e frustrações. Ter intimidade e comunhão a ponto de sermos considerados seus amigos.
Nosso Pai deseja que mostremos como dependemos Dele. Que nos submetamos a Sua boa, perfeita e agradável vontade por entendermos que é o melhor pra nós. Ele deseja que conheçamos a Sua Palavra para sabermos o caminho em que devemos andar e, dessa forma, não nos desviemos dele. Enfim, nosso Pai deseja que tomemos consciência de quão importante é a comunicação com Ele.

 Ana Carolina







quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Feridas para sempre



Durante esta semana assistir um filme que abordava a questão das mutilações dos genitais femininos, confesso que fiquei impactada com o sofrimento que crianças e adolecentes são submetidas. Procurando mais informação sobre o assunto encontrei o artigo abaixo da revista "MUNDO e MISSÃO".
Creio que a leitura deste pequeno artigo pode provocar uma reflexão sobre quantas mulheres em culturas diferentes são marcadas pelos restos de suas vidas sem ao menos terem a liberdade de escolha.
Quantas vezes levantamos questões egoístas, nos colocando em "papel" de vítímas , esquecendo que temos a liberdade de escolhermos o nosso futuro e a responsabilidade sobre as consequencias que as envolvem, sem nos darmos conta que  em nosso planeta existem sofrimentos reais de mulheres que não puderam escolher algo que para nós é tâo superestimado o prazer de ter prazer.



elo menos 130 milhões de mulheres (a maioria vive na África) são dilaceradas pela amputação dos próprios órgãos sexuais. A cada dia, seis mil meninas seriam obrigadas a se submeter a essa violência ritual. É uma prática atroz, perpetrada em nome das tradições culturais. Um tema intrigante que começa a suscitar a indignação e a reação do mundo.
O debate a respeito das mutilações femininas
Fatma estava com cinco anos, quando foi transformada, à força, em mulher. Naquele dia, despertada pela mãe nas primeiras luzes do dia, foi conduzida à cabana de uma anciã, numa aldeia ao norte da Somália. Deitada na nua terra, Fatma teve mãos e pés amarrados com tiras de pano, ficando imobilizada. A mãe apertou-lhe fortemente as mãozinhas e lhe disse para ficar calma, tranqüila, e não se preocupar. “Eu estava confusa, não sabia o que estava acontecendo – conta Fatma – mas depois vi a lâmina da navalha e explodi em choro”.
As lembranças passam a ser pesadelos: “Senti uma dor lancinante que me arrancou um fortíssimo grito. Vi entre as minhas pernas um rio de sangue e desmaiei. Quando me recuperei, não tinha mais força para levantar... me senti diferente... era uma outra pessoa”. Hoje, Fatma, com quarenta anos, trabalha para uma associação humanitária e está em primeira linha no combate para os direitos da mulher, junto com outras centenas de ativistas africanas e árabes (feministas, políticas, médicas, advogadas, ex-curandeiras tradicionais).
No verão passado, foi até a cidade do Cairo, capital do Egito, para participar de uma importante conferência internacional com nome emblemático: “Instrumentos legais para prevenir as mutilações femininas”. Foi um evento histórico (embora logo esquecido) que obrigou o mundo da mídia a se ocupar de uma antiga e terrível forma de violência que atinge as mulheres, especialmente as da África.
Conseqüências devastadoras
No mundo, existiriam 130 milhões de mulheres (100 milhões seriam africanas) que foram literalmente dilaceradas pela amputação dos seus órgãos sexuais e, conforme estimativas comprovadas, mais de 6 mil meninas, a cada dia, são submetidas a esse tipo de violência. Cortam-lhes o clitóris, com facas, lâminas de navalha, fragmentos de vidros, sem a mínima assepsia nem anestesia.
De outras, são arrancados os genitais inteiros. Outras são submetidas à infibulação, chamada também de circuncisão faraônica, que é uma intervenção devastadora na psicologia da mulher, perigosa para a saúde e pode ser repetida outras vezes na vida. Essas práticas rituais são difundidas especialmente em 28 países do continente africano, mas também no Extremo Oriente e, ultimamente, na Europa e nas Américas, como conseqüência do fluxo migratório.
Comportam muitos riscos para a saúde e sobrevivência das jovens e das mulheres submetidas, seja porque realizadas por pessoas incompetentes, seja pela total ausência de normas higiênicas. São comuns, portanto, as hemorragias, infecções e, futuramente, as relações sexuais extremamente doloridas e os graves problemas no momento do parto, além da morte que ceifa muitas, após o ritual. Além dessas conseqüências físicas, existe o dano psicológico das mulheres que ficam excluídas de uma normal e equilibrada vida sexual.
Cultura ou barbárie?
A mutilação dos genitais femininos são antigas tradições rituais, costumes que procedem das noites do tempo. Estão difundidas na faixa saeliana e oriental da África entre populações cristãs, animistas e muçulmanas, embora não tenham origem nem na Bíblia nem no Alcorão. Em algumas etnias do norte do Quênia e do Mali, essas mutilações fazem parte dos ritos de iniciação das meninas à idade adulta.
Para outras comunidades rurais, as mutilações genitais seriam a garantia da virgindade da mulher, da sua fidelidade e da sua fertilidade, e se traduzem como um eficaz método de controle sobre a sexualidade feminina por parte do homem (pai ou marido). A excisão do clitóris em algumas tribos da Somália e do Sudão, serviria para aumentar o desejo sexual e protegeria a mulher de tentações, a fim de preservar a sua castidade até o matrimônio.
Na Etiópia, é difundida a crença que os genitais não excisos cresceriam até o tamanho dos genitais masculinos. Noutra regiões, o clitóris é tido como um órgão agressivo e perigoso, quase mágico. No Egito, os genitais femininos externos são considerados “impuros” e a menina que não for circuncisa é chamada de nigsa, isto é, suja. Na Somália, uma mulher não infibulada é considerada uma mulher de costumes fáceis e, portanto, será expulsa da aldeia ou do bairro onde mora.
Proibir não é suficiente
Da citada Conferência do Cairo sobre as mutilações femininas, participaram várias líderes e políticos africanos, como a mulher do presidente do Egito, Suzana Mubarak, Miriam Lamizana, ministra de Burkina Faso, Gifti Abassiya, ministra das mulheres da Etiópia, e Bassine Niang, ministra do Senegal para os direitos humanos, a primeira advogada do tribunal em Dakar.
Todas, embora com enfoques diferentes, insistiram sobre a importância da educação e da sensibilização como instrumentos fundamentais para vencer a batalha contra as mutilações das mulheres. As leis proibicionistas por si, porém, não bastam. Em muitos países africanos, já existem leis penais e civis que punem os que praticam as mutilações, mas não são aplicadas ou são inúteis, visto que essas acontecem na clandestinidade.
No Egito, por exemplo, uma lei de 1977 proíbe essas práticas sem meios-termos, todavia, elas continuam e os responsáveis não são punidos. Longe das grandes cidades, as leis nem sempre conseguem inibir a opinião dos líderes das comunidades, dos dignitários religiosos e a tradição secular das famílias.
A opinião mundial pode ajudar
A batalha contra essas mutilações ainda é difícil porque, além delas serem defendidas como tradições culturais e tribais arraigadas há séculos, defronta-se, também, com o silêncio, o medo e a reticência das mulheres africanas. A solução, portanto, está condicionada a uma tomada de consciência das mulheres-vítimas. Muitas delas preferem perder a sexualidade antes de perder a autonomia e o poder, privilégios concedidos somente àquelas que obedecem à cultura e à tradição da sociedade patriarcal que domina o ambiente em que estão inseridas.
As moças africanas, que fogem dessas práticas, desonrariam a família e são colocadas num nível social mais baixo na sociedade étnica e têm escassas possibilidades de se casar. Hoje, há quem ouse se rebelar e lutar para mudar a situação. São mulheres africanas e de outros países que aderem à campanha internacional “Stop-FGM. Stop às mutilações genitais femininas”, lançada pela Associação italiana de mulheres para o desenvolvimento (Aidos), em colaboração com a Associação das mulheres da Tanzânia (Tamwa) e, ainda, com a “Organização não há paz sem justiça”.
Essas campanhas de âmbito mundial são apoiadas pela Comissão Européia que quer envolver homens, mulheres e as estruturas sanitárias do todos os países contra essas barbáries. Todas essas associações pretendem discutir a temática da mutilação, porque, como proclama o manifesto da Conferência do Cairo: “O silêncio é o melhor amigo das mutilações genitais femininas”.
Fonte: Revista África
Um site para participar da
campanha “STOP-FGM”
Para maior entendimento dessas práticas e como podem ser combatidas, para conhecer quais leis nacionais e internacionais podem ser invocadas contra essas violações, a campanha internacional “STOP-FGM” criou uma página na internet, realizada com a contribuição de várias entidades não-governamentais da África e de outros países. A internet é um válido instrumento para conhecer essas práticas desumanas, pois apresenta testemunhos pessoais das vítimas e projetos realizados para contrastar a prática.

Para acessar: www.stopfmg.org

por Laura Costantini







"Porque o SENHOR te chamou como a mulher desamparada e triste de espírito; como a mulher da mocidade, que fora desprezada, diz o teu Deus."  Isaías 54:6


sábado, 15 de outubro de 2011

O que é educar ?

Pare e pense

 


ERA UMA VEZ UM MENININHO

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande. Uma manhã, a professora disse: - Hoje nós iremos fazer um desenho.
“Que bom!”. pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.
Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar. A professora então disse:- Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

A professora disse:
- Esperem ! Vou mostrar como fazer.
E a flor era vermelha com caule verde. 
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso. Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro. 
“Que bom !” Pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com barro. Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.

Começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Então, a professora disse:
- Esperem ! Não é hora de começar !
Ela esperou até que todos estivessem prontos. 
- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.
“Que bom !” — pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse: 
- Esperem ! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.
E o prato era um prato fundo. O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso. Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da  professora.

E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.

Então aconteceu que o menininho teve que  mudar de escola. Essa escola era ainda maior que a primeira. Um dia a professora disse: 
- Hoje nós vamos fazer um desenho.
“Que bom !”. pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer, mas, ela não disse. Apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse:
- Você não quer desenhar ?
- Sim, e o que é que nós vamos fazer ?
- Eu não sei, até que você o faça.
- Como eu posso fazê-lo ?
- Da maneira que você gostar.
- E de que cor ?
- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o desenho de cada um ?
- Eu não sei . . .

E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde.

Helen Buckley 
Extraído do livro: Textos Selecionados, elaborado pelo Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano - IDPH


"Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente."
Daniel 12:3

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Misericórdia gera mudança




O VESTIDO AZUL

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.

O professor ficou penalizado com a situação da menina: "Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".

Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.

Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.

Quando acabou a semana, o pai falou: - Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim.

Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.

Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.

A rua de barro e lama foi substituída por calçada de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.

Vendo aquele bairro tão bonito e tão bem cuidado, quem poderia imaginar que tudo começou com um vestido azul? 


"Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso." Lc.6:36

Misericórdia (miserere + cordis) significa literalmente "ter compaixão do coração", ou seja, aproximar meus sentimentos dos sentimentos de alguém, sentir "em sintonia". 
Olhe em sua volta, com certeza hoje existe uma oportunidade para que você faça diferença na vida de alguém. 
O Mestre Jesus nos ensinou que podemos fazer a diferença neste mundo. Quando Ele morreu por nós e ressucitou dentre os mortos a história da humanidade nunca mais foi a mesma. O sacrifício  de Jesus na cruz  nos reconciliou em amor com o Pai Celeste, nos sintonizou com os céus.
  
O Mestre ensinou e investiu em doze discípulos, homens incultos, rudes, desprezados pela sociedade mas que com ousadia , fé e amor abalaram a estrutura do Império Romano. Eles apenas creram que podiam fazer a diferença em um mundo tão injusto através do Amor de Cristo Jesus.



"E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele."